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      A força-tarefa da Lava Jato descobriu e apreendeu uma planilha na casa do deputado preso Edson Albertassi (PMDB) que revela como cargos políticos eram distribuídos para atender o esquema de corrupção do Governo do Rio de Janeiro. 

     Para os investigadores, o documento que estava num computador do parlamentar demonstra como deputados acusados de integrar uma organização criminosa que dominou o estado mantinham o controle rigoroso sobre nomeações de cargos no governo. A mesmo documento, uma planilha, também servia para monitorar votos de aliados, interferir em leis ou investigações, segundo a força-tarefa. Os deputados acusados de integrar a organização criminosa vocês já sabem quem são, Picciane, Paulo Melo e Albertassi, todos do PMDB. A investigação indica que a planilha servirá como prova de que os parlamentares operavam uma “barganha” com cargos. O Ministério Público Federal (MPF) detalhou que continham no documento 880 vagas de seis órgãos públicos estaduais, distribuídas por todas as cidades do estado.

     Com a apreensão da planilha e o cruzamento das informações, os investigadores descobriram que dos quase 40 parlamentares que voltaram a favor da soltura do trio, 29 aparecem no documento. E dos oito que não participaram da sessão, seis deles também indicaram apadrinhados.

     Partindo desse princípio chegamos ao raciocínio de que a votação pela libertação dos três peemedebistas, nada mais foi do que uma troca de favores e que para se ter um emprego em uma autarquia estadual, qualquer, basta tremular uma bandeira na beira da rua em época de eleição, quem sabe você será contemplado com um emprego…?! Mas não se esqueça, tremular bandeira será preciso.

     EM TEMPO: A fonte da informação é o G1. Inclusive a lista que está na mão da Lava-Jato, na íntegra. Matem sua curiosidade, entrem no G1 e confiram.

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